Exames e cuidados essenciais para cada fase do tratamento oncológico
O cuidado com pacientes em tratamento de câncer exige atenção especializada, acolhimento e monitoramento contínuo. Do diagnóstico ao acompanhamento, oferecemos exames, suporte e orientação com segurança, agilidade e empatia. Aqui, você encontra tudo o que precisa para manter o acompanhamento em dia com confiança.

Dúvidas frequentes
Sim, a quimioterapia pode causar uma série de efeitos colaterais, como náuseas, falta de apetite, queda de cabelo, fadiga e dificuldades digestivas. Esses efeitos variam de pessoa para pessoa e dependem do tipo de quimioterapia administrada. Para minimizar esses efeitos, é fundamental seguir as orientações médicas, manter uma dieta equilibrada, hidratar-se bem e descansar adequadamente. O médico também pode prescrever medicamentos para controlar sintomas específicos.
O acompanhamento psicológico é extremamente importante durante o tratamento oncológico. O diagnóstico de câncer pode causar um impacto emocional significativo, levando a sentimentos de ansiedade, depressão e medo. O psicólogo especializado pode ajudar a lidar com esses sentimentos, melhorar a qualidade de vida e ajudar o paciente a manter uma mentalidade positiva durante o tratamento. Além disso, o apoio emocional também é fundamental para os familiares, que muitas vezes enfrentam desafios emocionais semelhantes.
A imunoterapia é um tipo de tratamento que utiliza o sistema imunológico do paciente para combater o câncer. Ela pode ajudar a aumentar a capacidade do sistema imunológico de reconhecer e destruir células cancerígenas. A imunoterapia pode ser usada isoladamente ou em combinação com outros tratamentos, como quimioterapia ou radioterapia. Existem diferentes tipos de imunoterapia, como os inibidores de checkpoint imunológico, que têm se mostrado eficazes para alguns tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de cólon.
O câncer benigno é um crescimento anormal de células que não se espalha para outras partes do corpo e geralmente pode ser removido com sucesso por cirurgia. Já o câncer maligno é caracterizado por células que têm o potencial de invadir tecidos saudáveis e se espalhar para outras partes do corpo, processo conhecido como metástase. O tratamento do câncer maligno costuma ser mais complexo e pode envolver uma combinação de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e outros tipos de tratamentos.
Apoiar emocionalmente alguém que está passando por tratamento contra o câncer é fundamental. Ouvir sem julgamentos, ser compreensivo com as dificuldades físicas e emocionais do paciente, ajudar nas tarefas do dia a dia, e incentivá-lo a seguir as orientações médicas são formas de suporte. Além disso, oferecer momentos de lazer e distração pode ajudar a aliviar o estresse e a ansiedade do paciente durante o tratamento.
Sim, mulheres com câncer de mama podem amamentar, mas a decisão depende do tipo de tratamento que elas estão recebendo. Se a mulher estiver em tratamento com quimioterapia, radioterapia ou cirurgia, a amamentação pode ser contraindicada, já que os tratamentos podem afetar a produção de leite ou ter efeitos adversos para o bebê. É essencial discutir com o oncologista e o pediatra as melhores opções para alimentar o bebê durante o tratamento.
Os tipos de câncer mais comuns no Brasil são o câncer de pele não melanoma, câncer de mama, câncer de próstata, câncer de pulmão e câncer colorretal. O câncer de pele não melanoma é o mais prevalente, mas o câncer de mama é o mais diagnosticado entre as mulheres, enquanto o câncer de próstata é o mais comum entre os homens. Esses cânceres representam grande parte dos diagnósticos no país e são frequentemente alvo de campanhas de prevenção e rastreamento.
Alguns alimentos estão associados ao aumento do risco de câncer, especialmente quando consumidos em grandes quantidades e de forma constante. Alimentos ricos em gordura saturada, embutidos (como salsichas, presunto e bacon), carne processada e alimentos com excesso de açúcar podem aumentar o risco de câncer, particularmente cânceres como o de intestino e esôfago. Além disso, alimentos queimados ou grelhados em altas temperaturas podem liberar substâncias cancerígenas, como as aminas heterocíclicas. É importante manter uma dieta balanceada, rica em frutas, vegetais e fibras para reduzir o risco de câncer.
Embora a maioria dos casos de câncer não seja hereditária, alguns tipos têm uma predisposição genética. Isso significa que, se um membro da família tiver um tipo específico de câncer, o risco de outros membros da família desenvolverem a mesma condição pode ser maior. Cânceres como o de mama, intestino, ovário e próstata têm uma relação mais estreita com a hereditariedade. A presença de mutação genética (como o BRCA1 e BRCA2 para câncer de mama) pode aumentar a probabilidade de desenvolver certos tipos de câncer, mas o estilo de vida também desempenha um papel fundamental na prevenção.
Sim, muitos tipos de câncer podem ser curados, especialmente quando diagnosticados precocemente. O câncer de mama, câncer de próstata, câncer de pele não melanoma e câncer de testículo, entre outros, têm taxas de cura bastante altas quando tratados adequadamente e de forma precoce. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou uma combinação de métodos. No entanto, a cura depende de fatores como o tipo de câncer, o estágio em que é diagnosticado, e a saúde geral do paciente. O avanço das pesquisas e terapias também tem aumentado as taxas de cura e sobrevivência para muitos pacientes.
Existem vários tipos de câncer, classificados de acordo com o tipo de célula em que o câncer se origina. Alguns dos principais tipos incluem: Carcinomas (cânceres que começam nas células da pele ou em tecidos que revestem ou cobrem os órgãos internos, como câncer de pulmão, mama e cólon) Sarcomas (cânceres que se originam em tecidos como ossos, músculos e gordura) Leucemias (cânceres do sangue e da medula óssea) Linfomas (cânceres do sistema linfático) Melanoma (câncer da pele que começa nas células que produzem pigmento) Cânceres de órgãos específicos, como fígado, pâncreas, ovário, esôfago e rim. Cada tipo de câncer tem características próprias e pode exigir tratamentos diferentes.
Para prevenir o câncer em jovens, é essencial adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada, rica em frutas, vegetais e grãos integrais, além de evitar alimentos processados e o consumo excessivo de álcool e açúcar. A prática regular de atividades físicas e a manutenção de um peso saudável também são fundamentais, assim como evitar o tabagismo e a exposição ao fumo passivo, que são fatores de risco importantes. Além disso, proteger-se do sol e usar protetor solar ajuda a prevenir o câncer de pele, enquanto a vacinação contra HPV e hepatite B oferece proteção contra tipos específicos de câncer. A detecção precoce também é uma aliada na prevenção. Realizar exames regulares, como o autoexame das mamas e as consultas médicas periódicas, ajuda a identificar possíveis problemas antes que se agravem. A redução da exposição a substâncias químicas e a prática de atividades que favoreçam o bem-estar mental e físico, como técnicas de relaxamento e controle do estresse, também contribuem para a saúde geral, diminuindo os riscos de câncer.
